Dicionário da arquitetura brasileira

Dicionário da arquitetura brasileira

R$ 130,00
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Carlos Lemos e Eduardo Corona
 
Romano Guerra Editora, São Paulo; 2ª edição, 2017
Coleção RG facsímile_3
capa dura
17 x 25 x 3,5 cm
1400 g
512 p, fotos, ilustrado
ISBN 978-85-88585-69-0


Patrocínio: Dpot, Estúdio Sarasá, Refúgios Urbanos, Centro Universitário Belas Artese e 892 apoiadores do Catarse.


 
sobre o livro

Originalmente publicado em fascículos na revista Acrópole, o DICIONÁRIO DA ARQUITETURA BRASILEIRA de Carlos Lemos e Eduardo Corona foi lançado na forma de livro em 1973, com edição esgotada no mesmo ano. O Dicionário foi de grande importância não só para os profissionais da área e estudantes mas também para a história da editoria brasileira: até hoje é o primeiro dicionário especializado em arquitetura brasileira, fruto de uma extensa pesquisa por parte de seus realizadores. Um volume imprescindível para todos os que quiserem falar de arquitetura com propriedade! A cada página o dicionário traz diversos termos divertidos e inesperados, e o leitor poderá constatar que Baraúna não é apenas loja de móveis, Bastião não é apelido de Sebastião, Capote nem sempre é roupa de inverno, Escócia pode ser outra coisa além de país do Reino Unido ou Oitão não é um oito grande!

sobre o autor

CARLOS LEMOS, Arquiteto, artista plástico, professor, pesquisador, crítico, articulista e escritor, (1925) formou-se na FAU Mackenzie em
1950. Nos anos 1950, dirigiu o escritório de Oscar Niemeyer em São Paulo, sendo coautor do Edifício Copan. Teve importante atuação na área de
patrimônio atuando nos órgãos Condephaat, Iphan e Conpresp. Professor aposentado da FAU USP, onde atuou por mais de meio século, é autor
de dezenas de livros.

EDUARDO CORONA (1921-2001) formou-se em 1946 na FAU UFRJ. Estagiou e trabalhou no escritório de Oscar Niemeyer nos anos 1940,
foi secretário geral do IAB/DN e organizador, em 1948, do II Congresso Brasileiro de Arquitetos em Porto Alegre. Foi professor da FAU USP
(1949-2001). É autor de importantes obras de arquitetura, dentre elas o Planetário do Ibirapuera (1954) e o edifício dos cursos de história e
geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1961).
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